Bad Bunny during the halftime show at the NFL Super Bowl LX game on Feb. 8, 2026. Todd Rosenberg/Getty Images

Bad Bunny quebra recorde histórico de audiência no Super Bowl LX com show icônico

Super Bowl LX entrou oficialmente para a história da mídia americana. De acordo com dados divulgados pela Nielsen Big Data + Panel nesta terça-feira (10), o evento atingiu um recorde sem precedentes de 137,8 milhões de espectadores no segundo trimestre da transmissão — número impulsionado pela performance monumental de Bad Bunny, que se tornou o show do intervalo mais assistido da história recente.

Recorde de audiência e impacto cultural

Durante o intervalo do jogo, o Halftime Show comandado por Bad Bunny reuniu 128,2 milhões de espectadores, ultrapassando quase todos os recordes anteriores e consolidando o cantor porto-riquenho como um dos maiores nomes da cultura pop mundial.

O jogo, transmitido a partir do Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia, manteve uma média de 124,9 milhões de telespectadores ao longo da disputa — um marco histórico para o evento esportivo mais visto dos Estados Unidos.

Atualmente, apenas o show de Kendrick Lamar em 2025 supera a marca, com 133,5 milhões de espectadores, ligeiramente à frente do icônico set de Michael Jackson em 1993, que registrou 133,4 milhões.

Bad Bunny faz história com o primeiro show totalmente em espanhol

Bad Bunny se tornou o primeiro artista da história a se apresentar inteiramente em espanhol no intervalo do Super Bowl.
Com uma performance repleta de referências à cultura latina, o artista abriu o espetáculo com a frase:

“¡Qué rico es ser Latino!”
Uma celebração vibrante de orgulho, resiliência e identidade cultural.

O show trouxe uma forte carga visual e simbólica:

  • O cantor iniciou com “Tití Me Preguntó” cercado por figurantes cortando cana;

  • Surgiu em um cenário inspirado em uma casita porto-riquenha, de sua turnê Yo Debería Haber Tomado Más Fotos;

  • Recebeu Lady Gaga e Ricky Martin em performances especiais;

  • E encerrou com “El Apagón”, gritando “God bless America” antes de listar todos os países das Américas, do Chile ao Canadá.

O espetáculo foi amplamente elogiado por críticos e fãs, que descreveram o momento como “um marco de inclusão e poder latino na cultura americana”.

Explosão nas plataformas de streaming

O impacto da apresentação refletiu imediatamente nos números de streaming.
Segundo o Spotify, o catálogo de Bad Bunny registrou:

  • Aumento de 470% nas reproduções nos EUA;

  • Crescimento global de 210% nas transmissões.

Na manhã seguinte ao evento, o artista ocupava as seis primeiras posições do “US Daily Top Songs Chart” da plataforma.
Já o colaborador Ricky Martin teve um salto de 145% nas reproduções nos Estados Unidos.

Além disso, o sucesso “DtMF” retornou ao Billboard Hot 100, alcançando novamente o Top 10, em décimo lugar.

Veja o ranking completo no Billboard Hot 100.

Um legado de recordes e representatividade

Com o sucesso do Super Bowl LX, Bad Bunny se junta ao seleto grupo de artistas que redefiniram o Halftime Show — ao lado de Michael Jackson, Beyoncé e Kendrick Lamar.
Sua apresentação não apenas quebrou barreiras linguísticas, mas também consolidou a presença do espanhol e da cultura latina nos palcos globais.

Fonte: rollingstone.com

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