O Halftime Show histórico de Bad Bunny no Super Bowl LX continua gerando repercussão — agora com senadores republicanos pedindo uma investigação oficial por “obscenidade”.
O deputado do Tennessee Mark Ogles liderou as críticas, chamando a performance de “pura obscenidade”.
Ogles: “Atos sexuais gays e depravações indescritíveis”
Em carta ao presidente do Comitê de Energia e Comércio, Brett Guthrie, Ogles descreveu o show como “transmitido descaradamente para famílias americanas”.
Segundo ele, crianças foram expostas a:
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“Exibições explícitas de atos sexuais gays”;
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“Mulheres girando provocativamente”;
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“Bad Bunny agarrando descaradamente sua virilha enquanto fazia twerking”.
O republicano também acusou as letras de “glorificar sodomia e depravações”.
Veja o tweet original de Ogles.
Mark Alford ameaça FCC: “Pior que Janet Jackson”
O deputado do Missouri Mark Alford foi à Real America’s Voice e sugeriu que uma investigação já estaria em curso:
“Ainda estamos investigando. Há muitas informações sobre as letras. Foi pior que o incidente do guarda-roupa de Janet Jackson.”
Alford afirmou que conversará com a FCC sobre o conteúdo do show.
Vídeo completo: Twitter Aaron Rupar.
Contexto político: guerra cultural pós-Bad Bunny
Desde o anúncio do show, republicanos ligados a Trump tentaram transformá-lo em bandeira cultural:
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Promessas de agentes do ICE na plateia;
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Turning Point USA organizou show paralelo com Kid Rock (amplamente ridicularizado).
Apesar disso, 128 milhões de pessoas assistiram Bad Bunny — um dos Halftime Shows mais vistos da história.
Analistas veem as críticas como postura política em ano eleitoral, buscando capitalizar com eleitores conservadores.
Fonte: stereogum.com





