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Kevin C. Cox/Getty Images

Republicanos pedem investigação de Bad Bunny no Super Bowl por “impulsos pélvicos”

Halftime Show histórico de Bad Bunny no Super Bowl LX continua gerando repercussão — agora com senadores republicanos pedindo uma investigação oficial por “obscenidade”.
O deputado do Tennessee Mark Ogles liderou as críticas, chamando a performance de “pura obscenidade”.

Ogles: “Atos sexuais gays e depravações indescritíveis”

Em carta ao presidente do Comitê de Energia e Comércio, Brett Guthrie, Ogles descreveu o show como “transmitido descaradamente para famílias americanas”.
Segundo ele, crianças foram expostas a:

  • Exibições explícitas de atos sexuais gays”;

  • Mulheres girando provocativamente”;

  • Bad Bunny agarrando descaradamente sua virilha enquanto fazia twerking”.

O republicano também acusou as letras de “glorificar sodomia e depravações”.

Veja o tweet original de Ogles.

Mark Alford ameaça FCC: “Pior que Janet Jackson”

O deputado do Missouri Mark Alford foi à Real America’s Voice e sugeriu que uma investigação já estaria em curso:

“Ainda estamos investigando. Há muitas informações sobre as letras. Foi pior que o incidente do guarda-roupa de Janet Jackson.”

Alford afirmou que conversará com a FCC sobre o conteúdo do show.

Vídeo completo: Twitter Aaron Rupar.

Contexto político: guerra cultural pós-Bad Bunny

Desde o anúncio do show, republicanos ligados a Trump tentaram transformá-lo em bandeira cultural:

  • Promessas de agentes do ICE na plateia;

  • Turning Point USA organizou show paralelo com Kid Rock (amplamente ridicularizado).

Apesar disso, 128 milhões de pessoas assistiram Bad Bunny — um dos Halftime Shows mais vistos da história.

Analistas veem as críticas como postura política em ano eleitoral, buscando capitalizar com eleitores conservadores.

Fonte: stereogum.com

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