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Rob Halford revela a inspiração por trás de “Breaking the Law” em novo documentário do Judas Priest

Rob Halford falou sobre a inspiração por trás do clássico do Judas Priest“Breaking the Law”, em um clipe exclusivo do próximo documentário da banda, A Balada de Judas Priest, que estreia mundialmente nesta semana.

A canção, lançada em 1980 no álbum British Steel, foi gravada em meio à revolta da classe trabalhadora britânica contra o governo conservador da então primeira-ministra Margaret Thatcher.

“Breaking the Law é uma canção de revolução”, disse Halford no clipe. “Você assistia ao noticiário todas as noites e via todo esse conflito acontecendo — a dor e o sofrimento da classe trabalhadora britânica, os motins e as greves causadas pela raiva do povo.”

Sobre o videoclipe, em que o Judas Priest rouba um banco com guitarras em vez de armas, buscando um disco de ouro de British Steel, Halford acrescentou:

“Não fomos ao banco para roubar dinheiro, fomos para roubar o álbum. Talvez tenha sido apenas uma metáfora: você não pode prender essa música, não pode colocá-la atrás das grades.”

Além de Halford e outros integrantes do Judas Priest, A Balada de Judas Priest traz entrevistas com nomes como Billy CorganLzzy HaleDaryl McDaniels (Run-DMC), Scott Ian (Anthrax) e Tom Morello, que atua como codiretor ao lado de Sam Dunn.

Durante o documentário, McDaniels comenta:

“Breaking the Law é como uma parada do Ice Cube, se você ler a letra.”

A produção traça o legado de meio século do Judas Priest — desde suas origens em Birmingham, Inglaterra, até sua ascensão ao Rock & Roll Hall of Fame. Com o lançamento de Invincible Shield em 2024, a banda se tornou a primeira do metal a lançar álbuns com 50 anos de diferença, desde o álbum de estreia Rocka Rolla, de 1974. No total, o grupo já lançou 19 discos de estúdio ao longo da carreira.

O documentário estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2026 e conta também com depoimentos de Dave GrohlKirk HammettJack Black e do lendário Ozzy Osbourne.

Em comunicado, Tom Morello e Sam Dunn afirmaram:

“Embora alguns conheçam o Judas Priest apenas por seus grandes sucessos que moldaram o heavy metal, há muito mais em sua história. Este filme mostra como a banda definiu o som e o visual do metal — e o tornou um espaço mais inclusivo ao longo do caminho. Somos gratos ao grupo por nos permitir um acesso tão íntimo e sem filtros às suas vidas, e mal podemos esperar para levar esse filme às massas do metal ao redor do mundo.”

A própria banda declarou:

“Vivemos e respiramos metal há mais de cinco décadas. Finalmente, neste documentário, estamos convidando nossa congregação a testemunhar oficialmente nossas vidas sem censura, de uma forma nunca antes vista… a batina sai, revelando o Priest em toda a sua glória do metal.”

Fonte: rollingstone.com

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