No início deste mês, a banda punk de Washington, DC Ekko Astral anunciou seu segundo álbum, the beltway is burning, previsto para abril. Na semana passada, o Washington City Paper revelou que a líder Jael Holzman entrou com uma peace order (ordem de proteção) contra a baterista Miri Tyler, que havia anunciado sua saída da banda no mês passado, aparentemente de forma amigável.
Agora, a Topshelf Records informou que não vai mais lançar the beltway is burning. Em comunicado nas redes sociais, o selo escreveu: “We can no longer support Ekko Astral and will not be releasing their album the beltway is burning. This includes the end of in-house PR service from the label. Refunds for pre-orders will be issued within 5-10 business days.” (Não podemos mais dar suporte a Ekko Astral e não lançaremos o álbum deles, The Beltway is Burning. Isso inclui o fim do serviço de PR interno da gravadora. Reembolsos para pré-vendas serão emitidos em 5 a 10 dias úteis.)
Mais cedo, o Ekko Astral publicou em seu Stories: “ekko astral will no longer be releasing TBIB on @topshelfrecords”, confirmando a ruptura.
No mês passado, a banda também anunciou a programação do Liberation Weekend II, festival DIY pró-direitos trans que acontece em abril em DC, com Laura Jane Grace, Illuminati Hotties e outros nomes da cena indie/punk.
Declaração de Jael Holzman
Em uma declaração adicional publicada na Bluesky, Holzman escreveu que o Ekko Astral não está mais na Topshelf, mas que há “muito mais nessa história” a ser compartilhado e “muita desinformação” circulando sobre os fatos. Ela reforça que the beltway is burning ainda será lançado, chamando o álbum de “nosso orgulho e alegria”.
Segundo reportagens, a ordem de proteção foi registrada poucas semanas depois de Miri Tyler anunciar sua saída; Tyler nega ter feito ameaças, enquanto fãs e observadores apontam que o posicionamento da gravadora pode estar ligado ao desconforto com a judicialização do conflito interno.
Fonte: stereogum.com





